A luta pelo seu Deus

Torna-se cada vez mais evidente a incapacidade de pregarmos a paz entre países cuja religião, fanatismo e idolatria a seus deuses causa uma certa resistência a qualquer política de paz.

A obstinação por fazer com que todos aceitem a forma como cada um de nós enxerga Deus é a principal causa das guerras que não têm hora marcada para terminar nos dias atuais.

A reportagem de capa da The Economist desta quinzena retrata esta situação. Cita, por exemplo, o fato de que se não fossem os 19 jovens muçulmanos que arremessaram uma aeronave nas torres do World Trade Center e em Washington, os Estados Unidos não teriam invadido o Iraque e o Afeganistão:

“And once again zealotry seems all too relevant to foreign policy: America would surely not have invaded Iraq and Afghanistan (and be thinking so actively of striking Iran) had 19 young Muslims not attacked New York and Washington.”

A religião deve, cada vez mais, estar na pauta das políticas internacionais, afim de que sejam evitadas novas guerras e para que todos consigamos viver em paz, cada um com seu credo e com as suas crenças.

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Sobre Ronaldo
Brasil, Sul, Homem, de 35 a 40 anos, português, inglês

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