2001 – Uma Odisséia no Espaço

No dia 2 de abril de 2008, estaremos celebrando 40 anos de existência deste épico cinematográfico realizado por Stanley Kubrick (Direção e Roteiro) e Arthur C. Clarke (Roteiro).

Visto pela primeira vez em uma premiere em 2 de abril de 1.968 e lançado no Brasil em 29 de abril do mesmo ano, este verdadeiro marco na história do cinema nos mostrou a origem do homo sapiens e a difícil convivência entre homem e máquina.

Stanley Kubrick tinha então 40 anos de idade quando dirigiu e escreveu este filme. Oito anos antes ele realizava outro épico chamado Spartacus, com apenas 32 anos de idade.

O escravo que se tornou gladiador para alegrar o tempo livre da realeza romana a troco de sangue e suor foi uma resposta, na época, por parte de Kirk Douglas, que se sentiu esnobado pelos estúdios de Hollywood ao ser preterido por Charlton Heston quando este interpretou Ben Hur.

O filme tem início no que chama de alvorecer do homem, mostrando uma tribo de primatas caçando para sua subsistência, se reproduzindo e defendendo seu território contra invasões de outras tribos.

Subitamente, é encontrado um monolito de formas perfeitas fixado no solo, o que chama atenção imediata da tribo, em meio a gritos, que passa dias a observá-lo.

Após a descoberta deste monolito, um dos primatas, revirando uma ossada encontrada pertencente a um animal, segura uma estrutura óssea que parecia ter o maior tamanho e, erguendo o braço pelo qual segurava o osso, solta-o sobre a pilha de outros ossos de menor tamanho. O homem descobre neste momento sua primeira ferramenta. O primata descobre a força que o osso impõe sobre a pilha de ossos no solo e começa a bater cada vez mais forte.

Após esta descoberta, a primeira visita da tribo de primatas rivais não seria nada hospitaleira. Dezenas de outros primatas da tribo aprendem a utilizar os ossos como verdadeiras armas e espancam sem piedade os invasores, afastando-os para sempre.

Milhões de anos depois, Dr. Floyd chega à estação espacial onde cientistas descobrem uma escavação na Lua que continha outro monolito idêntico que emitia um som quando o Sol lhe tocava.

Seis meses mais tarde, uma nave espacial segue em direção a Júpiter e possui cinco cientistas, os quais não sabem do que se trata a missão ao planeta.

Esta nave é controlada por um supercomputador inteligente chamado de Hal, tratado pelos cientistas como um sexto tripulante da nave.

Durante a desacoplagem da nave, Hal acusa uma falha no sistema de comunicação da nave. Dois cientistas (Dave Bowman e Frank Poole) trocam o componente que supostamente estava apresentando problemas, mas não encontram falha alguma no mesmo.

Começam então a desconfiar de Hal, questionando sua confiabilidade. Combinam então que, se o componente não apresentar falhas, irão desconectar Hal. O supercomputador faz uma leitura labial do conluio armado contra si.

Assim, como combinado, Poole sai da nave e entra em órbita para efetuar o suposto conserto, porém, Hal realiza um comando e mata o cientista que estava fora da nave.

Bowman, que estava dentro da nave realiza uma manobra na tentativa de salvar seu amigo, também saindo de dentro da nave. Em seguida Hal elimina os outros três cientistas que estavam dentro da nave. Quando Bowman decide entrar, Hal se recusa a abrir as portas alegando que nada pode colocar em perigo a missão a Júpiter.

Porém Bowman consegue explodir uma das portas, entrando na nave e fechando logo em seguida os compartimentos que ficaram ilesos com a explosão antes que ficasse exposto ao vácuo, mas desmaia logo após ter obtido sucesso.

Ao acordar, Bowman desconecta Hal e descobre um vídeo com as instruções acerca da natureza da missão a Júpiter. O monolito que foi descoberto na base da Lua havia emitido um sinal de rádio a Júpiter. Neste planeta, um outro monolito contornava sua órbita e o objetivo da missão era investigá-lo. Quando a nave chega à órbita de Júpiter os planetas, as Luas, e os monolitos se alinham.

Percebe-se então que Bowman havia viajado através do espaço e do tempo, passando através dos túneis de luz e de som. Chega em um quarto onde começa a envelhecer rapidamente. Logo depois, encontra a si mesmo em seu leito de morte e a seus pés há um outro monolito.

Transforma-se em um ser que se assemelha a um feto, que se encerra na órbita da luz. O ser ao qual se transformou o cientista entra na órbita da Terra e olha para seu leito de morte.

A trilha sonora deste filme marcou época tornando-se uma das mais belas trilhas sonoras cinematográficas.

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Sobre Ronaldo
Brasil, Sul, Homem, de 35 a 40 anos, português, inglês

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