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Archive for Quarta-feira, 5 Novembro, 2008

O Curioso Caso de Benjamin Button – O Filme do Natal

Quarta-feira, 5 Novembro, 2008 Ronaldo 1 comentário

O envelhecimento é um tema que os filmes norte-americanos têm explorado largamente desde a década de 80, quando o triunfo comercial de Steven Spielberg e George Lucas deixou isso claro com o sucesso da “terra do nunca” – um mundo que, segundo a imaginação da adolescência, ninguém envelhece e a morte existe apenas como o fim da linha. Isso pode ser sintetizado pelo fato de que “Make Way for Tomorrow” (1.937) de Leo McCarey – o mais profundo filme de Hollywood sobre a velhice, nunca tenha sido lançado em DVD nos Estados Unidos e não tem sido visto na televisão há vários anos.

Mas de repente e curiosamente, eis “The Curious Case of Benjamin Button”, um filme de um grande estúdio, previsto para ser lançado no dia de Natal, cuja história principal é a mortalidade humana, explorada usando os mesmos efeitos especiais, agora estendidos ao império digital, que os filmes norte-americanos têm utilizado por tempos para no manter fascinados com a juventude perpétua.

Dirigido por David Fincher e escrito por Eric Roth, “Benjamin Button” conta a épica história do personagem título, interpretado por Brad Pitt. Benjamin, como ele diz na narrativa do filme, “nasceu sob circunstâncias incomuns”, em 11 de Novembro de 1.918, o último dia da Primeira Guerra Mndial. O médico que fez o parto descreve a pequena criatura, “Ele tem toda a deterioração, as enfermidades, não como um recém-nascido, mas um homem na casa dos 80 anos no caminho de sua sepultura”.

Mas Benjamin não irá morrer. Ao invés disso, é abandonado por seu rico pai e adotado por Queenie (Taraji P. Henson), uma empregada afro-americana de Nova Orleans aposentada por idade, onde ele começa a envelhecer ao contrário. Aos 7 anos, ele se parece como um velho em uma cadeira de rodas, sendo visto pelo mundo através de óculos com lentes grossas. Graças à computação gráfica – tão perfeita e sofisticada que, depois de alguns minutos – não demora para que aqueles olhos sejam reconhecidos como sendo de Pitt, e eles continuam sendo quando Benjamin atravessa os estágios de sua vida.

Como uma criança em um corpo de 70 anos, Benjamin aprende a tocar piano e faz amizade com uma menina, Daisy Fuller, que se torna o amor de sua vida, ele parece estar com 60 anos quando, como um adolescente, vai trabalhar em um barco de um capitão e aprende sobre bebidas e sexo, ele é um jovem homem com 50 anos de idade quando a viagem a Murmansk, Rússia, e tem sua primeira experiência amorosa, com a esposa (Tilda Swinton) entediada de um inglês, e ele tem 40 anos quando conhece Daisy novamente, agora interpretada por Cate Blanchett, uma ambiciosa dançarina nos seus 20 anos. Como ele vai se tornando jovem, ela se torna velha: por obra do destino, eles se encontram na metade de suas vidas. Mas o tempo não para.

“Benjamin Button” é baseado em uma curta história de 9.000 palavras escrita por F. Scott Fitzgerald, publicado pela primeira vez em 1.922, tendo sido um projeto nunca antes realizado por Hollywood. Quando o produtor Ray Stark adquiriu o projeto em 1.980, ele contratou a roteirista Robin Swicord e levou a alguns diretores, dentre eles, Steven Spielberg e o jovem David Fincher, que trabalhava como técnico de efeitos especiais na Light and Magic de George Lucas.

Fonte: ”The New York Times”

Atualização: Benjamin, Velho e Novo: Um Olhar no Processo que Ajudou Brad Pitt a se Tornar Benjamin Button

Atualização: Vá ao Cinema Ver “O Curioso Caso de Benjamin Button” Antes que Você Fique Velho

Atualização: Semelhanças entre “O Curioso Caso de Benjamin Button” e “Forrest Gump”

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Corpo de menina é encontrado dentro de mala na rodoviária de Curitiba

Quarta-feira, 5 Novembro, 2008 Ronaldo 5 comentários

O corpo de uma menina de 9 anos foi encontrado dentro de uma mala abandonada na Rodoferroviária de Curitiba por volta das 2h30 da madrugada desta quarta-feira (5). Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre estava desaparecida desde as 17h30 de segunda-feira (3), quando saiu do Instituto de Educação, no Centro, onde estudava.

De acordo com a polícia, a menina era filha de uma professora e ia e voltava todos os dias sozinha da Vila Guaíra, onde morava, até a escola, de ônibus. O caso estava sendo investigado desde a segunda-feira pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), que contatou a mãe ainda durante a madrugada. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba.

Segundo a polícia, a mala foi encontrada embaixo de uma das escadas do setor de transporte estadual, por uma família indígena, que estava morando no local havia duas semanas. Como estava atrapalhando o local onde dormiriam, os indigenas – que vieram de Ortigueira, no Centro-Oeste, para vender artesanato em Curitiba -, tentaram arrastar a bagagem.

O grupo estranhou o peso e chamou um fiscal da Urbanização de Curitiba (Urbs), que resolveu abrir a mala. Imediatamente o funcionário acionou a Polícia Militar (PM), que chamou o IML.

O corpo estava inteiro, ainda trajava o uniforme do Instituto de Educação, e apresentava sinais de estrangulamento e indícios de violência sexual. A família de indígenas disse, à polícia, estar com medo e ter a intenção de retornar a Ortigueira.

Rachel cursava a 4ª série no Instituto de Educação. Filha de pais separados, a menina morava com a mãe e os avós maternos na Vila Guaíra. Em outubro de 2007, quando estava na 3ª série, ela ganhou o terceiro lugar no XIII Concurso Infanto-Juvenil de Redação, promovido pela Seção Infantil da Biblioteca Pública do Paraná. Este ano recebeu o primeiro prêmio no mesmo concurso.

De acordo com o telejornal Paraná TV 1ª edição, as aulas foram suspensas nesta quarta-feira no Instituto de Educação.

Durante a manhã, dezenas de pessoas publicaram mensagens de consolo à menina e à família na página de recados de Rachel no site de relacionamentos Orkut. Procurada pela reportagem, a família não quis falar sobre o caso.

O velório acontece a partir das 14 horas, na Capela Mórmon do Bacacheri, em Curitiba. O enterro do corpo da garota está previsto para acontecer as 10 horas de quinta-feira (6) no Santa Cândida.

Investigação

O delegado Naylor de Lima, da Delegacia de Homicídios, é quem comanda as investigações. A área interna da Rodoferroviária não possui câmeras de segurança e a falta de imagens pode dificultar a identificação do autor do crime.

Existe apenas sistema de monitoramento na parte externa do terminal. As câmeras são voltadas para os ponto de táxis e o objetivo é evitar assaltos aos taxistas. Mesmo sem mostrar o movimento de passageiros dentro da rodoviária, a polícia requisitou as imagens.

Em entrevista ao telejornal ParanáTV 1ª edição, o delegado disse que ainda não está descartada nenhuma hipótese para o crime.

A Urbs, que administra o terminal, informou que uma licitação foi aberta em setembro para aquisição de cameras de segurança. A previsão era de concluir o processo de compra do equipamento até o final deste mês.

Quem tiver informações que possam ajudar nas investigações sobre o assassinato de Rachel pode entrar em contato com a Delegacia de Homicídios pelo telefone 3363-0121. A identidade do informante será mantida em sigilo.

da “Gazeta do Povo” – capa do jornal ”A Tribuna do Paraná”

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“A Estrada da Perdição” Será uma Trilogia

Quarta-feira, 5 Novembro, 2008 Ronaldo Deixe um comentário

“A Estrada da Perdição”, filme vencedor do Oscar de 2.002, dirigido por Sam Mendes e estrelado por Tom Hanks, Jude Law, Daniel Craig e o falecido ator Paul Newman, irá se tornar uma trilogia. Os próximos filmes serão chamados de “A Estrada para o Purgatório” e “A Estrada para o Paraíso”.

“A Estrada para o Purgatório” será focada na história de Michael Sullivan Jr., o filho do personagem de Tom Hanks no primeiro filme, que retornará da Segunda Guerra Mundial determinado a vingar o assassinato do seu pai. Seu objetivo será encontrar Frank Nitti, um dos bandidos que matava por ordem de Al Capone. A terceira parte irá mostrar a continuação da jornada de Sullivan. A segunda parte da trilogia será dedicada à memória de Paul Newman.

CategoriasCinema