“you can’t understand a user’s mind but try with your books and degrees if you let yourself go and opened your mind i’ll bet you’d be doing like me and it ain’t so bad”
Passou despercebido pela imprensa, assim como ele sempre gostou de viver, longe dos holofotes, o sexto ano da morte de Layne Thomas Staley, ex-vocalista da banda de rock que misturava vários estilos em seu repertório, Alice in Chains.

Ainda me lembro do vinil que adquiri em 1.992 do álbum “Dirt”. Corri para casa onde passei horas tentando traduzir o que ele queria dizer nas letras melancólicas de suas músicas.
Ao contrário de Jerry Cantrell, o guitarrista da banda que se encantou com o sucesso, Layne sempre se manteve recluso, gostava do mundo underground, dos bares de Seattle e de projetos paralelos como sua banda “Gacy Bunch” que depois passou a ser chamada de “Mad Season”.
Vítima de uma dose letal de heroína e cocaína, também conhecida como “speedball”, aos 34 anos de idade, faleceu em seu apartamento e seu corpo só foi descoberto semanas depois devido mais ao mau cheiro do que a falta de sua própria pessoa dentre os seus conhecidos.
No vídeo a seguir, podemos apreciar uma performance ao vivo do “Mad Season” com a canção “Lifeless Dead” [um dos projetos paralelos de Layne, junto com integrantes de bandas como o "Pearl Jam" (o guitarrista Mike McCready), "Screaming Trees" (o baterista Barret Martin) e o baixista John Baker Saunders]. Saunders (o mais calvo e quase careca no vídeo) morreu de overdose de heroína em janeiro de 1.999:
Já no vídeo abaixo, os caras arrepiam numa atuação inigualável ao tocar “Long Gone Day” com a participação especial do cabeludo vocalista do “Screaming Trees”, Mr. Mark Lanegan:
Nascido em Kirkland (Seattle) em Washington no dia 22 de agosto de 1.967, Layne preferiu dar um fim ao seu sofrimento no dia 5 de abril de 2.002 (sua namorada já havia falecido alguns anos antes). Seu corpo foi encontrado somente no dia 20 de abril de 2.002 em estado avançado de decomposição.

Dono de uma voz potente e comovente, sua presença nos vocais era inconfundível em todos os projetos paralelos que realizou em sua vida.

Tímido na infância, seus pais se separaram quando ele tinha oito anos de idade, em 1.987 conheceu Jerry Cantrell e começaram uma banda chamada Alice N Chains que depois se tornaria Alice in Chains.

Bem, era isso, não vou me alongar contando a história de um dos maiores frontman’s que já existiu, com uma postura de palco singular.
Que falta você faz cara…












“I feel so alone,gonna end up a big ol´pile them bones”…do album dirt de 1992..dez anos antes de sua morte….será que agonizava seu futuro,ou já sabia como iria ser?Layne teria a dor de uma alma atormentada,que sabia que nunca haveria de achar seu rumo….R.I.P.
Resposta:
Prezado Tiago,
Não tenho dúvidas disso. Já em 1992 a banda entrou em crise devido ao vício dele. Uma pena!
Abraços.
Ronaldo
Realmente tenho q concordar com vc sobre o Layne, me sinto péssima
quando penso no q aconteceu com ele.
Ainda me lembro de quando eu soube da noticia, estava no quarto sentada na cama, e cheguei a ligar para uma prima minha q nem conhecia bem o AIC, ela só tinha visto o umplugged uma vez comigo,
mas eu precisava contar a alguem o q tinha acontecido.
As vezes nem parece q faz tanto tempo.
Mas ainda sinto muito !!!!!!!!!!
É…aconteceu o mesmo comigo…porém o primeiro album que ganhei foi o “Facelift” no natal de 1992…bá!!!!!!!Enloqueci!!!!! Alías….pirei quando ví o clip “man in the box ao vivo pela mtv”, em fevereiro de 1991, me encantei com a voz do Layne!!!! desde então até hoje sou fã deste cara que admiro de paixão!bá como eu viajava na adolescencia…queria encontrar um cara igual a ele!!!!! e fico sentida pois o cara era um talento imenso!!!!!ñ só como músico, mas também como desenhista, poeta, fotógrafo, entre tantas outras qualidades que ele tinha!!!!
Aonde quer q ele esteja agora, espero que fique bem, pois nós aqui lhe desejamos o melhor querido layne Staley!!!
Só vim acordar pro Alice ano passado, mas a perda de Layne é imensa. Um grande artista que não merecia passar por tudo que passou. Uma pessoa linda, por dentro e por fora.
Legal a homenagem que vc fez com esse artigo. Só não concordo quando vc diz que ele “preferiu acabar com o seu sofrimento…”. Assim parece que ele cometeu suicídio e isso é algo que ninguém pode provar.
E para o Tiago. A letra de “Them Bones” é de Jerry Cantrell e não de Layne. ;)
Vcs fãs antigos, tem alguma matéria de jornal ou revista que possa passar para os novatos? :D
Resposta:
Prezado (a) Iluska
Obrigado pelo elogio ao artigo.
Layne significou muito para todos da época. Eu me referia ao fato dele ter preferido acabar com o seu sofrimento devido ao fato de já na adolescência ter se envolvido com drogas. Perdeu sua namorada e ele não suportava mais. Não é como a cantora Amy Winehouse, por exemplo, que não tem nenhum motivo aparente para se drogar senão a autodestruição gratuita. Layne teve uma vida despedaçada desde a infância.
Caso queira saber mais sobre Layne Staley leia o livro “Layne Staley: Angry Chair” da escritora argentina Adriana Rubio, ela entrevistou o cara e o resultado foi o livro.
“O cantor de rock Layne Staley foi um dos mais reservados, misteriosos e incompreendidos performistas que já existiu! Sua estória é contada por sua mãe, irmã e pelo próprio Layne. O livro desmistifica o mito sobre a infância de Layne, sua musicalidade prematura e o final, os anos finais muito reservados de sua vida…” Adriana Rubio.
No cinema, você pode alugar “Singles – Vida de Solteiro”, onde o Alice in Chains faz uma performance.
Abraços.
Ronaldo
Amigos….Alguem sabe do filme que conta a história da vida e morte do Layne????Obrigado.
[...] Sou contra a volta de bandas que, teoricamente acabaram pela morte do vocalista e, do nada, renasceram das cinzas com um novo cara cantando no lugar. Isso inclui The Doors, INXS e Blind Melon. No caso do Alice in Chains minha opinião não é diferente. Para quem como eu viveu a adolescência nos anos 90 sabe que essa banda fazia parte de uma trinca forte de Seattle que, além de Alice in Chain tinha como maiores nomes Nirvana e Pearl Jam. Uma banda que de tão alternativa tinha uma apelo comercial fortíssimo. Tanto que eram figuras carimbadas de listas da Billboard e qualquer uma de álbuns mais vendidos. No auge do sucesso a banda lançou três álbuns, sendo o último de estúdio, Alice in Chains, em 1995 com o talentoso, emblemático (e problemático) Layne Staley. [...]
Pô! caras como Layne e Curt forão únicos e isubstituiveis o grunge corre nas minhas veias e sinto uma tristeza muito grande de ouvir suas antigas musicas e ao mesmo tempo tão modernas e de repente ter a certeza que nunca mais irei ouvi composições novas desses artistas que foram extraordinários!
é isso ai…………..
[...] já que a Alice in Chains retornou, obviamente, com um novo vocalista, levando em conta que Layne Staley morreu em 1995. Eu odeio esse tipo de retorno e com o AIC não seria diferente. A banda, que nunca [...]
Staley que falta você nos faz…
como já lemos dono de um presença de pauco incrivel,Alice in chains foi e é a melhor banda de Rock da hestória nos dias de hoje não existe nada que se conpara Alice in chains. Pra mim layne nunca morreu, esta vivo em suas canções.
Nós entendemos quando ouvimos algo que é verdadeiro e sincero não importa de que forma seja essa sinceridade, ela pode servir para expressar nossos medos, traumas, nossa tristeza… Layne era sincero e original em tudo que fez… adoro esse cara, fico babando quando vejo um video dele, sinto não poder assistir a um show do AIC, mais….
Alguém sabe me dizer se existe uma biografia TRADUZIDA do Layne?
Eu aprendi luito a lidar com a dor, o vício e a depressão com suas musicas, nutshell tem me ajudado muito, é muito ruim saber que nunca poderei conhece-lo, tambem sinto vontade de morrer mas suas letras me aliviam como um remédio andlsram@hotmail.com