CPMF & PAC
Estamos acostumados a viver entre siglas. Temos um n.º de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e um n.º de Registro Geral (RG), um n.º de registro de nascimento e de óbito, n.º do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), n.º de Carteira de Motorista do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), sem falar nas senhas pessoas e intransferíveis.
A maioria delas só serve mesmo para nos arrancar mais e mais dinheiro, cujos destinos sabemos cada vez menos.
Uma velha reinvidicação dos Estados é que o Governo Federal reparta os bilhões retirados de nossas contas correntes cada vez que movimentamos as mesmas, em cada transferência que é realizada. Como se já não bastassem os R$ 32 bilhões do Plano de “Aceleração” do Crescimento (PAC).
De acordo com o Banco Central do Brasil, de janeiro de 2.001 até junho de 2.007 eu e você, sim, você mesmo, fizemos um agrado ao Governo na casa de estratosféricos R$ 189.943.000,00 (cento e oitenta e nove bilhões, novecentos e quarenta e três milhões reais), nada mal não é mesmo? Mas vem cá, você sabe onde foi parar essa pequena contribuição?
Segundo apurou a Folha de S. Paulo, neste ano a arrecadação com a CPMF deve chegar aos R$ 38 bilhões.
Há um site,cujo principal objetivo é realizar um abaixo assinado para acabar com este mal que nos aflige (a cobrança da CPMF foi prorrogada até dezembro de 2.007 com uma alíquota de 0,38% sobre todas as transferências realizadas em conta corrente, exceto, por exemplo, as Cadernetas de Poupança).


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